Mas o que mais me impressionou foi a disponibilidade dos jogadores e do próprio treinador em falar com os jornalistas. Depois das atividades, o assessor de imprensa do Bahia, Jayme Brandão, me perguntou se eu queria falar com mais alguém, mesmo eu sendo o único que estava acompanhando o treino (no momento).
Conversei alguns minutos com o atacante Júnior (foto), o Diabo Loiro. Após ter feito as perguntas sobre a minha matéria, continuamos a falar sobre a carreira dele sem pressão dessa ou daquela pessoa. As regras existem para serem cumpridas e devem haver, de fato, mas bem que os clubes daqui poderiam se espelhar no que aconteceu hoje, mais do que normal na Bahia e nos grandes times do Brasil.
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